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  • Fernando Braune

Ritos de passagem(memórias abertas de Charlotte)

XLIV

Viajamos quase a França inteira. No sul me senti mais brasileira. Vi a França “tropical”. Quase Europa Equatorial! Nascida e criada às margens do rio “Urubu”, próximo à linha do Equador, me favorecia o calor.


Verão! Praias, bares, bebidas, barulho. Vida do lado de fora. Tudo aflora! Cada dia uma praia. Cada noite um bar. Parecia meu lar. Muita música, principalmente em Nice, nosso “Quartel General”. Sideral!


Madrugada retornando ao hotel. Cantoria com sotaque conhecido. Rumo alterado. Violão, roda formada. Pátria-amada! Brasileiros na calçada. Ficamos. Cantamos. Vimos o sol nos louvando!


Vida de sol poente. Quando encontro minha gente. Na roda fiz amigos. Um é quase irmão. Me segue peregrino mão à mão. Até hoje somos vento e moinho. Metal do mesmo cadinho.


Vastidão do mundo, vida peregrina. Vou amealhando os meus, me cercando de afeto. Formando meu buquê seleto.



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