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  • Fernando Braune

Ritos de passagem(memórias abertas de Charlotte)

XXXIV

Bastien sabia muito mais do que eu pensava. Contatos que eu nunca imaginava. Em dia de folga me levou ao subúrbio do Rio conhecer “Pixinguinha”, com quem estava produzindo um show.


Naquela tarde, de fato, compreendi: a felicidade é perto. O subúrbio, ao meu lado, me levava a um contentamento meio que já desbotado em minha alma. Me levou a algo que parecia já extinto dentro de mim. A minha vida parecia ter apagado algo que me pertencia!


Conhecer Pixinguinha no ambiente do subúrbio carioca resgatou minha natureza, retomou minha existência!


Tarde polvilhada de estrelas! Melodias transcendetes lá dos céus! De deixar Orfeu, santos, anjos, serafins em Estado de Graça!


Naquelas horas meio aflitas, onde se reza miudinho, bem baixinho, peço a Jesus, Buda, Oxalá, Sta Therezinha...e São Pixinguinha!


Amém!



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